Órgãos

GRÁFICA E EDITORA

É um órgão suplementar com o objetivo de reproduzir toda a produção de materiais científico-cultural, de expediente e acadêmico da instituição e comunidade. A gráfica conta com duas máquinas copiadoras Toshiba modelo 810, que são capazes de imprimir 81 cópias por minuto, além de não usarem chapas na impressão o que possibilita a composição de livros em pequena escala sem custos elevados. Copiadoras e duplicadoras também fazem parte do maquinário da Gráfica e Editora que subordina a mini-gráfica e a Mecanografia.

Objetivos e Atribuições

  • Difundir e preservar a cultura, através de publicações técnico-científicos e literárias;
  • Dar apoio técnico à publicação de material de ensino, pesquisa e extensão e prestar serviço aos demais órgãos da Uespi;
  • Incentivar a descoberta de novos autores e promover sal divulgação;
  • Manter intercâmbio com entidades congêneres, com vistas à co-edição de títulos de interesse comum e à divulgação e distribuição de livros e revistas;
  • Promover e gerenciar a distribuição de suas obras;

trabalhos

A Gráfica da Uespi é responsável pela impressão do manual do vestibular, entregue a todos os candidatos inscritos no concurso. No ano passado, foram 50 mil documentos desse tipo. Além do manual, é também na Gráfica que imprime as provas dos concursos das Prefeituras Municipais, assim como os editais publicados de prefeituras conveniadas. As provas de concursos promovidos pelas secretarias estaduais e demais órgãos públicos que contrataram os serviços do NUCEPE também são feitas pela Gráfica que mantém ainda, um convênio com a Academia Piauiense de Letras para a publicação de obras literárias.

  • O FUNDEF E O FINANCIAMENTO DA EDUCAÇÃO: DESVENDANDO TRILHAS; Marcelo de Sousa Neto - EDUESPI, 2ª edição, 2019. (clique aqui para baixar)

    CapaO livro O FUNDEF e o financiamento da educação: desvendando trilhas revela as interfaces que a educação mantém com a história e com a política, uma vez que direciona seu olhar sobre o Estado e sua materialização por meio das políticas públicas voltadas à educação, mais especificamente a partir da elaboração do FUNDEF. O autor reflete acerca da situação da história da educação no cenário acadêmico, evidenciando seu vigor e importância para compreender diferentes dimensões da vida social, propondo que sejam superadas as fronteiras impostas por um modelo de pensar compartimentalizador entre as áreas de produção do conhecimento científico. Dessa forma, este livro discute como as políticas públicas foram engendradas e tratadas pelos diferentes atores sociais no cenário brasileiro contemporâneo em meio a diálogos e conflitos, discutindo como o financiamento da educação pública ao mesmo tempo em que manifesta a ação estatal, dá notoriedade aos mecanismos de pressão utilizados pela sociedade junto ao Estado, expressando as relações de força existentes na elaboração e aplicação de leis, revelando assim as imbricações que as regularidades evidenciadas mantêm com as particularidades omitidas. Não fosse isso suficiente, este trabalho é valioso também porque à medida em que apresenta a circunscrição espacial e temporal do financiamento da educação no Brasil, semeia em nós leitores um otimismo desconcertante, convidando-nos a envolvermo-nos com o tema e provocando-nos a deixarmos de ser meros expectadores para protagonizarmos a trama da história recente da educação brasileira. Com isso, o autor deixa desnudar suas próprias concepções acerca de história, de educação e de políticas públicas, e nos propõe que façamos o mesmo.

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