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14 de Outubro de 2021

Premiação: GEDAI apresenta 7 trabalhos em congresso e tem artigo premiado

O Grupo de Estudo e Desenvolvimento de Aplicações Inteligentes (GEDAI), da Universidade Estadual do Piauí, campus de Parnaíba, apresentou sete trabalhos do 2° Congresso Brasileiro de Ciência e Sociedade (CBCS) e teve uma pesquisa premiada, que será publicada na edição Especial da Revista FSA (Faculdade Santo Agostinho).
Os trabalhos, voltados para a área da saúde, foram produzidos por mestrandos e doutorandos, que fazem do grupo de pesquisa que tem foco no desenvolvimento de tecnologias que contribuem para a vida na sociedade.

Segundo o coordenador do GEDAI, Dario Calçada, o evento é de extrema importância para a divulgação científica e o desempenho acadêmico de vários grupos. “Todos artigos receberão um DOI único (Identificador de Objeto Digital) e serão publicados nos ANAIS do evento, e os melhores de cada área foram premiados e serão publicados em revista de grande fator de impacto”, afirmou.

No evento foram cerca de 130 trabalhos apresentados. Do grupo GEDAI, os artigos 7 artigos destacaram como tema principal a inovação e a tecnologia aplicadas nas áreas de saúde e social.

Trabalhos apresentados:

1) APLICATIVOS MÓVEIS PARA ORIENTAÇÕES DOS CUIDADOS PUERPERAIS: UMA REVISÃO INTEGRATIVA
2) RELAÇÃO ENTRE COVID-19, OBESIDADE E À AMPLIFICAÇÃO DA RESPOSTA INFLAMATÓRIA NO TECIDO ADIPOSO: REVISÃO INTEGRATIVA
3) OCORRÊNCIA DE ACIDENTES DOMICILIARES EM CRIANÇAS NA PRIMEIRA INF NCIA EM UM HOSPITAL PÚBLICO DO SUDOESTE DO PIAUÍ
4) FERRAMENTAS COMPUTACIONAIS PARA DESENVOLVIMENTO COGNITIVO EM IDOSOS
5) USO DO LASER NO TRATAMENTO DE FERIDAS EM UM HOSPITAL PÚBLICO: RELATO DE EXPERIÊNCIA
6) SAÚDE E APLICATIVOS MÓVEIS NO CONTEXTO DA COVID-19
7) PERCEPÇÃO DO IDOSO SOBRE ATUAÇÃO DA FAMÍLIA EM SUA QUALIDADE DE VIDA.

A Orientada do GEDAI, Cliciane Furtado, apresentou o artigo: Uso do laser no tratamento de feridas em um hospital público: relato de experiência, no grupo de trabalho as Tecnologias e boas práticas em saúde para o enfrentamento das iniquidades sociais.

Gliciane Furtado durante apresentação no congresso

Gliciane Furtado durante apresentação no congresso

Segundo a pesquisadora, o objetivo do artigo apresentado foi relatar a experiência de utilização do laser no tratamento de feridas em pacientes de hospital público.

A enfermeira estomaterapeuta (especialista em feridas, estórias e incontinência) e coordenadora do Núcleo de Estomaterapia do HUT (Hospital de Urgência de Teresina) trabalha no GEDAI no desenvolvimento de um aplicativo móvel para auxiliar os profissionais no uso do laser no tratamento de feridas.

“Estamos na pesquisa de artigos científicos sobre os parâmetros do laser mais utilizados no tratamento de feridas para construir os tópicos que direcionarão o aplicativo”, explicou sobre a fase em que a pesquisa se encontra

Entre os resultados que seu trabalho apresenta,  ela destaca a evolução do processo de cicatrização; satisfação do usuário; valorização do serviço especializado na enfermagem, com a utilização do laser pelos pacientes e profissionais de saúde.

Premiação

O trabalho ” Percepção do Idoso sobre atuação da família em sua qualidade de vida” de autoria de Jâina Carolina Meneses Calçada e orientado pelo Professor Dario Brito Calçada, foi premiado como melhor artigo no grupo temático. O artigo foi classificado entre os 10 trabalhos selecionados para publicação na Revista FSA, periódico multidisciplinar com Qualis/Capes B2.

Segundo a pesquisadora, o trabalho busca identificar como o idoso do município de Cajueiro da Praia percebe a atuação de sua família na manutenção da qualidade ” Por meio dessa pesquisa foi possível observar que o idoso percebe o envelhecer como uma fase da vida onde perdas acontecem. Poucos idosos pontuaram a velhice como uma fase positiva da vida. Além disso, o idoso considera que sua família interfere negativamente no fator envelhecer com qualidade de vida. A família geralmente vê o idoso como um “incapaz”, explica.

Trabalho do GEDAI premiado

Trabalho do GEDAI premiado

Ela acrescenta que a pesquisa percebe que mudanças são necessárias na forma como o idoso é visto pela família e a própria sociedade em que vive. “E isso pode ser trabalhado junto aos profissionais de saúde que são os que estão diretamente ligados aos cuidados com a saúde do idoso: trabalhar com a família e a sociedade o processo de envelhecer, de forma a eliminar certos preconceitos. Promover, junto aos órgãos municipais, ações que incentivem melhores cuidados com a saúde, o lazer etc. Manter esse idoso mais ativo no meio em que vive, para que ele se sinta “vivo”, útil.
Segundo ela, o prêmio só destaca que é importante o desenvolvimento da ciência, em conhecer e mudar a realidade que nos encontramos. “É muito gratificante saber que todo um trabalho desenvolvido, pode servir de incentivo e inspirar muitos outros projetos”, finaliza a egressa de enfermagem da UESPI.

 

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