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10 de Janeiro de 2018

Reunião com vice-governadora aborda proposta de novo mestrado na UESPI

Por Jônatas Freitas

O reitor da Universidade Estadual do Piauí, Nouga Cardoso Batista, visitou nesta terça-feira (09) a vice-governadora do estado, Margarete Coelho, para tratar da implantação de um projeto de pós-graduação na universidade. Trata-se de um Mestrado Profissional em Biotecnologia para a Promoção da Saúde, que terá foco em pesquisas na área de saúde do trabalhador.

Marcelino Martins, Margarete Coelho, Nouga Cardoso e Rômulo José no prédio da vice-governadoria

Outra característica da proposta é que o curso terá ênfase na criação de medicamentos de recursos naturais da região. Ela será encaminhada ao Ministério da Saúde para que receba investimentos e compra de equipamentos que serão utilizados em pesquisas na área médica da Uespi. De acordo com Margarete, a intermediação se dará com Rogério Abdalla, secretário Nacional de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES), do Ministério da Saúde.

Margarete também enfatizou a importância desses cursos para a boa formação dos profissionais em saúde do estado: “É um projeto importante que vai fazer a aproximação entre o setor médico e a academia, a pesquisa que dá suporte às boas ações e às políticas públicas. E, esse mestrado, vai trazer benefícios para o serviço de Saúde, por meio da Universidade Estadual do Piauí”, declarou.

O projeto, de acordo com o reitor, é uma solicitação de um conjunto de professores do Centro de Ciências da Saúde da UESPI. “O projeto deve ser encaminhado ao Ministério da Saúde, e professores das áreas de Fisioterapia, Medicina, Educação Física e Psicologia que atuam na instituição serão os beneficiados diretos dessa instrumentação que estamos solicitando”, afirmou.

Para Marcelino Martins, professor do curso de Fisioterapia do CCS, o mestrado se mostra importante para dar mais força às pesquisas realizadas no curso. Para ele, são inúmeras as vantagens que o mestrado trará para a UESPI. “A biotecnologia envolve o uso de processos celulares e biomoleculares para desenvolver tecnologias e produtos que ajudam a melhorar a qualidade de vida e proteger o planeta”, informa.

Ainda de acordo com Marcelino, a Biotecnologia colabora na produção de de produtos inovadores para a produção de alimentos, combate à doenças, colabora na produção de aparelhos para atender na promoção, prevenção, tratamento, reabilitação e inclusão de pessoas com os mais diversos tipos de sequelas, proporcionando uma melhor qualidade de vida para a sociedade.

Assim como Marcelino, também comentou na mesma linha o professor Rômulo José Vieira, docente visitante do CCS e que também participou da reunião. Para ele, o curso proverá a área de biotecnologia na saúde criando novos produtos ou processos utilizando produtos oriundos de recursos naturais. “Esses recursos naturais possibilitarão novos fitoterápicos e o curso, por intermédio dos projetos de pesquisa dos docentes e dos discentes, estimulará toda cadeia produtiva desses recursos naturais, gerando emprego e incrementando o desenvolvimento científico e social da região de sua abrangência”, finalizou.

 

Fonte:
Assessoria de Comunicação - UESPI
comunicacao@uespi.br